Eis a oportunidade emergente! #crise
Mon, Jun 14 2010 05:20
| Crise que gera oportunidade
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Ainda não passou muito tempo em que o argumento "LowCost" era insuficiente para remodelar um projecto nas organizações.
O caminho era sempre o da continuidade, indiferente às soluções mais racionais, porque os orçamentos replicavam-se de um ano para o outro.
A descoberta de que estávamos a gastar mais do que aquilo que produzíamos conduziu uma nova realidade: Repensar a aplicação dos recursos.
Eis a oportunidade emergente: Construir soluções lowcost para familias e organizações.
As necessidades continuam a existir - seja a mobilidade, alimentação, publicidade, etc. - mas o valor disponivel para resolver essas necessidades é cada vez menor.
Um exemplo: O Mercedes SMART
A Mercedes reagiu antes dos concorrentes à necessidade de mobilidade em baixo custo.
E associou um argumento de peso ao seu produto: Se um condutor viaja habitualmente sozinho, porque precisa de um lugar normal para o estacionamento da viatura?
O resultado é o que conhecemos!
O caminho era sempre o da continuidade, indiferente às soluções mais racionais, porque os orçamentos replicavam-se de um ano para o outro.
A descoberta de que estávamos a gastar mais do que aquilo que produzíamos conduziu uma nova realidade: Repensar a aplicação dos recursos.
Eis a oportunidade emergente: Construir soluções lowcost para familias e organizações.
As necessidades continuam a existir - seja a mobilidade, alimentação, publicidade, etc. - mas o valor disponivel para resolver essas necessidades é cada vez menor.
Um exemplo: O Mercedes SMART
A Mercedes reagiu antes dos concorrentes à necessidade de mobilidade em baixo custo.
E associou um argumento de peso ao seu produto: Se um condutor viaja habitualmente sozinho, porque precisa de um lugar normal para o estacionamento da viatura?
O resultado é o que conhecemos!
25 anos #EU: Rede de Conhecimento
Fri, Jun 11 2010 02:14
| Estratégias Territoriais
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Comemoram-se amanhã os 25 anos da assinatura da União Europeia.
Ainda estará na memória colectiva, muito do que se disse sobre esta adesão.
Gentes da cultura caricaturaram o acto como o fim da identidade portuguesa.
Hoje sabemos que quem não está na União Europeia, quer estar. Não para perder a identidade nacional, algo que nunca esteve em causa, mas pelas oportunidades do espaço europeu.
A livre circulação de pessoas, produtos e capitais neste território transforma a forma como os portugueses interagem na economia global.
Aos poucos, os vários blocos do mundo vão encontrando os seus modelos de posicionamento no mercado global(*):
- A América, um importante motor do MKT e das infra-estruturas de informação. (O reposicionamento estratégico do Brasil, como produtor agrícola no mercado global, também não deve ser desvalorizado);
- A Ásia, o centro da produtividade. Nas industrias tradicionais e nas industrias da informação;
- A África está condenada à riqueza dos recursos naturais, principalmente combustíveis;
- A Oceania, de todos o menos povoado, orientada para a valorização e extrativismo dos seus recursos naturais.
À Europa, com a sua longa história, tem cabido um posicionamento na Gestão da Informação e na exploração do conhecimento.
E é neste mercado que Portugal tem de operar. Encontrar sub sectores que permitam exportar, não apenas para a EU mas principalmente para fora dela.
Enquanto capital da hospitalidade e da tolerância religiosa, Portugal tem tudo a ganhar com a globalização.
Falta-nos compreender que esse objectivo é da responsabilidade de CADA UM DE NÓS e não de um colectivo abstracto.
Mãos à obra!
(*) Escrever em 1500 caracteres sobre o posicionamento económico de cada um dos continentes é um exercício assumido de imprecisão. Mas relevante para uma visão de conjunto.
Ainda estará na memória colectiva, muito do que se disse sobre esta adesão.
Gentes da cultura caricaturaram o acto como o fim da identidade portuguesa.
Hoje sabemos que quem não está na União Europeia, quer estar. Não para perder a identidade nacional, algo que nunca esteve em causa, mas pelas oportunidades do espaço europeu.
A livre circulação de pessoas, produtos e capitais neste território transforma a forma como os portugueses interagem na economia global.
Aos poucos, os vários blocos do mundo vão encontrando os seus modelos de posicionamento no mercado global(*):
- A América, um importante motor do MKT e das infra-estruturas de informação. (O reposicionamento estratégico do Brasil, como produtor agrícola no mercado global, também não deve ser desvalorizado);
- A Ásia, o centro da produtividade. Nas industrias tradicionais e nas industrias da informação;
- A África está condenada à riqueza dos recursos naturais, principalmente combustíveis;
- A Oceania, de todos o menos povoado, orientada para a valorização e extrativismo dos seus recursos naturais.
À Europa, com a sua longa história, tem cabido um posicionamento na Gestão da Informação e na exploração do conhecimento.
E é neste mercado que Portugal tem de operar. Encontrar sub sectores que permitam exportar, não apenas para a EU mas principalmente para fora dela.
Enquanto capital da hospitalidade e da tolerância religiosa, Portugal tem tudo a ganhar com a globalização.
Falta-nos compreender que esse objectivo é da responsabilidade de CADA UM DE NÓS e não de um colectivo abstracto.
Mãos à obra!
(*) Escrever em 1500 caracteres sobre o posicionamento económico de cada um dos continentes é um exercício assumido de imprecisão. Mas relevante para uma visão de conjunto.
A hora dos teenagers
Mon, Jun 7 2010 06:46
| Engenharia Social
| Permalink
Que idade tinha Bill Gates quando fundou a Microsoft? E quando pensou que a internet não seria o futuro?
Que idade tinha Steve Jobs quando fundou a Apple? E quando pensou que a compatibilidade não seria o futuro?
Que idade tinham Larry Page e Sergey Brin quando fundaram a Google? E quando acreditaram que o twitter não seria o futuro?
Pois!
A ousadia e a visão que temos entre os 16 e os 20 anos perde-se aos 25 anos.
E nós, o que fazemos em Portugal?
No momento em que os nossos jovens estão no auge da sua capacidade de mudar o mundo, concentramos a sua atenção no menu existente de cursos superiores, todos com taxas sofríveis de empregabilidade e sem componentes efectivas de capacitação para o empreendedorismo.
Na "área de projecto" e em casa, cabe a cada um de nós enquanto educador a missão de apoiar a capacidade inovadora dos nossos adolescentes. Porque são eles que vão mudar o mundo!
Que idade tinha Steve Jobs quando fundou a Apple? E quando pensou que a compatibilidade não seria o futuro?
Que idade tinham Larry Page e Sergey Brin quando fundaram a Google? E quando acreditaram que o twitter não seria o futuro?
Pois!
A ousadia e a visão que temos entre os 16 e os 20 anos perde-se aos 25 anos.
E nós, o que fazemos em Portugal?
No momento em que os nossos jovens estão no auge da sua capacidade de mudar o mundo, concentramos a sua atenção no menu existente de cursos superiores, todos com taxas sofríveis de empregabilidade e sem componentes efectivas de capacitação para o empreendedorismo.
Na "área de projecto" e em casa, cabe a cada um de nós enquanto educador a missão de apoiar a capacidade inovadora dos nossos adolescentes. Porque são eles que vão mudar o mundo!
Indústrias Criativas
Sun, Mar 28 2010 12:09
| Estratégias Territoriais
| Permalink
Os modelos de gestão territorial têm-se desenvolvido na última década à imagem e semelhança das "ondas" dos campos de futebol.
Depois dos polidesportivos, das variantes de povoação, dos cinemas e das feiras medievais, eis que as indústrias criativas entram no léxico estratégico dos autarcas.
Para além da sua actual aparência cool, que advém da conjugação de um sector tradicional como a "indústria" com emergência da "criatividade" enquanto característica central para a resposta à globalização, este termo representa [aquelas indústrias que têm a sua origem na criatividade, competências e talento individual, com potencial para a criação de trabalho e riqueza através da geração e exploração da propriedade intelectual]*.
Segundo um estudo alemão, estas indústrias têm a capacidade de gerar dinamismo territorial, fruto de uma conotação cultural e artística que emprestam a esses lugares.
Com isto, tornam-se pólos de atracção turística e residencial de interessantes segmentos sociais.
Será sem dúvida uma receita promissora para alguns territórios, e de desbaratamento de recursos para muitos.
Depois dos polidesportivos, das variantes de povoação, dos cinemas e das feiras medievais, eis que as indústrias criativas entram no léxico estratégico dos autarcas.
Para além da sua actual aparência cool, que advém da conjugação de um sector tradicional como a "indústria" com emergência da "criatividade" enquanto característica central para a resposta à globalização, este termo representa [aquelas indústrias que têm a sua origem na criatividade, competências e talento individual, com potencial para a criação de trabalho e riqueza através da geração e exploração da propriedade intelectual]*.
Segundo um estudo alemão, estas indústrias têm a capacidade de gerar dinamismo territorial, fruto de uma conotação cultural e artística que emprestam a esses lugares.
Com isto, tornam-se pólos de atracção turística e residencial de interessantes segmentos sociais.
Será sem dúvida uma receita promissora para alguns territórios, e de desbaratamento de recursos para muitos.
About #buzz
Thu, Feb 11 2010 02:51
| Engenharia Social
| Permalink
Muitos dos utilizadores do Gmail estão a ser surpreendidos com a adição do BUZZ ao seu ambiente de comunicação.
Esta ferramenta não é mais do que o twitter da Google, com a vantagem daquilo que esta organização melhor sabe fazer: integração
A utilização desta ferramenta aparenta garantir enormes sinergias entre os seus utilizadores através da partilha de informação.
O milagre da transformação de informação em conhecimento é tanto mais provável quanto maior for a proximidade de interesses entre quem partilha a informação e a sua rede que lhe acede.
Longe estão os tempos em que Redes Sociais eram sinónimo absoluto de perda de produtividade.
Esta ferramenta não é mais do que o twitter da Google, com a vantagem daquilo que esta organização melhor sabe fazer: integração
A utilização desta ferramenta aparenta garantir enormes sinergias entre os seus utilizadores através da partilha de informação.
O milagre da transformação de informação em conhecimento é tanto mais provável quanto maior for a proximidade de interesses entre quem partilha a informação e a sua rede que lhe acede.
Longe estão os tempos em que Redes Sociais eram sinónimo absoluto de perda de produtividade.
Running and watching the children
Fri, Oct 2 2009 10:30
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Somos cada vez mais a praticar desporto de manutenção nas cidades que escolhemos para viver.
Ontem, por coincidência, o meu trajecto ligou a escola local ao aglomerado urbano. Ás 17h30m.
Durante o meu jogging passei por centenas de crianças que faziam sozinhas esse caminho.
Ocorreu-me uma iniciativa simples: Reformados (e demais gestores do seu próprio tempo) passarem a incluir no seu trajecto de manutenção o percurso que os seus estudantes do 1º ciclo fazem entre a escola e as zonas urbanas.
Uma forma simples de vigilância preventiva por aqueles que estão a dar os seus primeiros passos na liberdade de movimentos.
A comunidade ficará mais segura.
Ontem, por coincidência, o meu trajecto ligou a escola local ao aglomerado urbano. Ás 17h30m.
Durante o meu jogging passei por centenas de crianças que faziam sozinhas esse caminho.
Ocorreu-me uma iniciativa simples: Reformados (e demais gestores do seu próprio tempo) passarem a incluir no seu trajecto de manutenção o percurso que os seus estudantes do 1º ciclo fazem entre a escola e as zonas urbanas.
Uma forma simples de vigilância preventiva por aqueles que estão a dar os seus primeiros passos na liberdade de movimentos.
A comunidade ficará mais segura.
Comments (2)
A velha economia do Hardware Territorial
Tue, Sep 29 2009 03:00
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A entrada na UE permitiu a Portugal um conjunto alargado de subsídios estruturais.
Recebemos subsídios para formação, para a modernização da agricultura e para o abate da frota pesqueira.
Sobre estes três eixos não me pronuncio por desconhecer os sectores e os resultados.
Houve outro eixo central de actuação: Infraestruturas de transporte, ao qual dediquei 16 anos de actividade profissional.
Foi uma área que provocou uma nova geografia no território português. Hoje o país está conectado, exceptuando algumas ligações entre os distritos do interior.
Tal configuração permite maior competitividade às empresas, por facilitarem a mobilidade dos seus produtos e dos seus recursos humanos.
Por outro lado, a industria da construção necessitou de agregar diversos sectores de actividade económica, introduzindo nesta considerável liquidez.
Mas isto é o passado.
A concentração dos contratos de empreitada esmagou o espaço de manobra das PMEs. No passado existiam centenas de contratos em simultâneo, hoje são poucas unidades, mas com valores astronomicamente superiores (PPPs).
Isto significa que a maioria das PMEs que operavam tradicionalmente neste sector estão a procurar novos mercados ou reféns de um modelo de negócio sem margens para renovação ou investimento.
Por seu turno, as grandes construtoras consolidam os seus processos de internacionalização. Têm o know-how do caso português e forte capacidade financeira. Nos mercados de destino contratam empresas locais, quando não as integram nos seus consórcios.
Compreende-se que os governos-cliente, coloquem essa contrapartida nos seus concursos em nome da garantia da dinamização económica dos seus territórios.
A motivação deste post é sobre a oportunidade de investimento em infra-estruturas de transporte em nome da dinamização da economia.
O que pode ganhar Portugal com estes investimentos?
A ligação à Europa não é certamente. Lx-Madrid em 3 horas, Lx-Barcelona em 7 e Lx-Paris em 10 (com mudança de linha em Marselha) transforma o TGV num comboio de praia do sul da Europa.
Recebemos subsídios para formação, para a modernização da agricultura e para o abate da frota pesqueira.
Sobre estes três eixos não me pronuncio por desconhecer os sectores e os resultados.
Houve outro eixo central de actuação: Infraestruturas de transporte, ao qual dediquei 16 anos de actividade profissional.
Foi uma área que provocou uma nova geografia no território português. Hoje o país está conectado, exceptuando algumas ligações entre os distritos do interior.
Tal configuração permite maior competitividade às empresas, por facilitarem a mobilidade dos seus produtos e dos seus recursos humanos.
Por outro lado, a industria da construção necessitou de agregar diversos sectores de actividade económica, introduzindo nesta considerável liquidez.
Mas isto é o passado.
A concentração dos contratos de empreitada esmagou o espaço de manobra das PMEs. No passado existiam centenas de contratos em simultâneo, hoje são poucas unidades, mas com valores astronomicamente superiores (PPPs).
Isto significa que a maioria das PMEs que operavam tradicionalmente neste sector estão a procurar novos mercados ou reféns de um modelo de negócio sem margens para renovação ou investimento.
Por seu turno, as grandes construtoras consolidam os seus processos de internacionalização. Têm o know-how do caso português e forte capacidade financeira. Nos mercados de destino contratam empresas locais, quando não as integram nos seus consórcios.
Compreende-se que os governos-cliente, coloquem essa contrapartida nos seus concursos em nome da garantia da dinamização económica dos seus territórios.
A motivação deste post é sobre a oportunidade de investimento em infra-estruturas de transporte em nome da dinamização da economia.
O que pode ganhar Portugal com estes investimentos?
A ligação à Europa não é certamente. Lx-Madrid em 3 horas, Lx-Barcelona em 7 e Lx-Paris em 10 (com mudança de linha em Marselha) transforma o TGV num comboio de praia do sul da Europa.
Alguém sabe a morada do Plano Tecnológico?
Thu, Aug 27 2009 04:18
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Sempre que faço esta pergunta tenho o endereço web como resposta: http://www.planotecnologico.pt
Mas se em vez disso perguntar pelo Ministério da Educação, ninguém deixará de responder “5 de Outubro”!
E a diferença é simples: O Ministério da Educação é anterior à geração WEB. Já existia antes disso.
O Plano Tecnológico já nasceu no “nosso tempo”. Tal como o Nespresso ou como a marca de impressoras Brother cuja sede ninguém imaginará a não ser o seu DNS.
Usei esta forma simples para demonstrar a enorme revolução que estamos a assistir de forma consensual.
E esta revolução marca toda a diferença no contexto territorial.
Hoje as organizações têm um endereço web e os seus colaboradores vivem onde mais lhes interessar.
São centenas de estórias que já escutei de instaladores residenciais de internet que andaram no sul e no norte do nosso país a instalar a internet em casas de grandes “carolas”, isto é, investigadores e empresários que operam virtualmente em Londres, Dubai ou Frankfurt conciliando essa actividade com a residência num país acolhedor e solarengo como é Portugal.
Aqui vivem, aqui educam os seus filhos, aqui pagam impostos, aqui consomem, aqui adquirem as suas casas.
Mas se recebermos destes um cartão de visita, teremos uma morada postal e um telefone do mercado onde operam. E um endereço web que é o “head-office” empresarial!
E porque motivo escolheram estes pioneiros da Economia DNS o nosso país para viver?
Seremos a primeira Aldeia Global? Serão a nossa história, a nossa cultura e a nossa tolerância, os condimentos territoriais de um mundo que caminha para a rede?
Mas se em vez disso perguntar pelo Ministério da Educação, ninguém deixará de responder “5 de Outubro”!
E a diferença é simples: O Ministério da Educação é anterior à geração WEB. Já existia antes disso.
O Plano Tecnológico já nasceu no “nosso tempo”. Tal como o Nespresso ou como a marca de impressoras Brother cuja sede ninguém imaginará a não ser o seu DNS.
Usei esta forma simples para demonstrar a enorme revolução que estamos a assistir de forma consensual.
E esta revolução marca toda a diferença no contexto territorial.
Hoje as organizações têm um endereço web e os seus colaboradores vivem onde mais lhes interessar.
São centenas de estórias que já escutei de instaladores residenciais de internet que andaram no sul e no norte do nosso país a instalar a internet em casas de grandes “carolas”, isto é, investigadores e empresários que operam virtualmente em Londres, Dubai ou Frankfurt conciliando essa actividade com a residência num país acolhedor e solarengo como é Portugal.
Aqui vivem, aqui educam os seus filhos, aqui pagam impostos, aqui consomem, aqui adquirem as suas casas.
Mas se recebermos destes um cartão de visita, teremos uma morada postal e um telefone do mercado onde operam. E um endereço web que é o “head-office” empresarial!
E porque motivo escolheram estes pioneiros da Economia DNS o nosso país para viver?
Seremos a primeira Aldeia Global? Serão a nossa história, a nossa cultura e a nossa tolerância, os condimentos territoriais de um mundo que caminha para a rede?
Autárquicas: A Via Verde e a Via Vermelha
Mon, Aug 24 2009 04:16
| Estratégias Territoriais
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Estamos neste instante a discutir em Portugal os programas autárquicos.
Julgo consensual pensar que o factor chave desses programas será a capacidade de geração de emprego.
Na problemática do emprego, a arte consiste em encontrar um projecto que permita explorar ao máximo as competências dos trabalhadores para que os próprios e a sociedade absorvam um maior valor acrescentado das suas contribuições.
Mas, apesar de tudo, há duas vias.
No pressuposto de que a politica é a definição estratégica de um rumo que permita aos empreendedores a exploração de oportunidades, entendo como Via Verde as politicas que permitem a exploração das mesmas e a Via Vermelha a criação de postos de trabalho suportadas directa ou indirectamente nos orçamentos públicos, isto é, quando não têm a capacidade de se submeter ao mercado.
Assim, importa compreender quais as dinâmicas actuais e futuras da economia global e local, e desenvolver um modelo de crescimento alicerçado na atractividade de empreendedores para a sua exploração.
E porque a capacidade de arriscar não está distribuída equitativamente por todos, importa garantir que esses projectos de empreendedorismo consigam ainda absorver a mão de obra disponível local.
Recomendação de leitura: Empreendedorismo: O Software Territorial
Julgo consensual pensar que o factor chave desses programas será a capacidade de geração de emprego.
Na problemática do emprego, a arte consiste em encontrar um projecto que permita explorar ao máximo as competências dos trabalhadores para que os próprios e a sociedade absorvam um maior valor acrescentado das suas contribuições.
Mas, apesar de tudo, há duas vias.
No pressuposto de que a politica é a definição estratégica de um rumo que permita aos empreendedores a exploração de oportunidades, entendo como Via Verde as politicas que permitem a exploração das mesmas e a Via Vermelha a criação de postos de trabalho suportadas directa ou indirectamente nos orçamentos públicos, isto é, quando não têm a capacidade de se submeter ao mercado.
Assim, importa compreender quais as dinâmicas actuais e futuras da economia global e local, e desenvolver um modelo de crescimento alicerçado na atractividade de empreendedores para a sua exploração.
E porque a capacidade de arriscar não está distribuída equitativamente por todos, importa garantir que esses projectos de empreendedorismo consigam ainda absorver a mão de obra disponível local.
Recomendação de leitura: Empreendedorismo: O Software Territorial

